o que você faz com as pedras do teu caminho?
a linha do tempo que compõe a tua vida, é reta. mas o teu caminho não é. ele é
sinuoso. cheio de curvas, atalhos, dificuldades. ao longo dessa jornada você vai se
deparar com muitas coisas. boas e ruins. e isso é normal. essa é a vida.
nessa caminhada, de anos, muita gente encontra uma série de pedras. e aí
encontra-se um grande ensinamento! o que você vai fazer com essas pedras? como
você vai “reagir” a elas?
algumas pessoas, distraídas, irão tropeçar, cair, se machucar. algumas,
atentas, vão perceber as pedras chegando e vão saber desviar. mas há, ainda,
aquelas que estarão preparadas! ah, meus caros, essas sim! são aquelas pessoas
que irão parar, recolher cada uma dessas pedras, e transformá-las em castelos, casas,
fortalezas, muros, obras de arte e etc.
pode parecer besteira, até, falando dessa forma, mas eu posso tentar explicar
de uma forma diferente. veja só: problemas e dificuldades todo mundo vai enfrentar na
vida, ou vai me falar que a sua vida sempre foi um mar calmo e sem ondas? isso não
existe. todo mundo tem suas tempestades, furações e tsunamis. isso é a vida.
mas o grande lance disso tudo, é justamente aprendermos com todos esses
problemas. é pararmos de tropeçar nas pedras e aprendermos a pegá-las pelo
caminho e transformá-las em algo diferente. é isso o que acontece quando
aprendemos com os erros, com os problemas, com as dificuldades. saímos mais
fortes, diferentes, mais evoluídos e preparados para enfrentar esses mesmos
problemas que, certamente, irão aparecer de novo no nosso caminho. porque os
problemas costumam se repetir, a não ser que a gente aprenda com eles. entendeu
agora a analogia das pedras? é pararmos de só tropeçar sem parar ou apenas
desviar, é usarmos as pedras a nosso favor.
aprenda mais com os teus erros e com as dificuldades que a vida coloca no teu
caminho. a vida não é fácil para ninguém. a diferença é que algumas pessoas
aprendem com isso enquanto outras só baixam a cabeça e se lamentam. no final,
quem é você? o que tropeça, o que desvia ou o que recolhe as pedras? boa semana.
Observação: ‘’os textos do autor são sempre escritos em caixa baixa, pois e como ele
idealiza expressar suas ideias e pensamentos, trazendo uma leveza visual’’.
Carlo Enrico C Pierro ou Enrico Pierro.
Em sua coluna de reflexões, enrico pierro convida os leitores a uma jornada pelos sentimentos, questionamentos e observações que permeiam o dia a dia.
Colunista:
Carlo Enrico C Pierro ou Enrico Pierro. Nascido na década de, quando o celular foi inventado e o videogame ainda era o Atari, escreve desde pequeno. Já quis ser cientista, astrônomo, médico, advogado, astronauta e até hoje ainda não descobriu o que quer. Virou escritor de tanto desabafar escrevendo e é autor do livro As marés do meu ser, pela editora ipê das letras. O típico nerd que tirava boas notas, mas não se comportava em aula. Filho de pais sensacionais, se desenvolveu intelectualmente na mesa de jantar, onde se sentia mais à vontade por ser um taurino nato. Come mais do que fala e fala mais do que dorme, ama quebra-cabeças e jogos de celular. Tem preguiça de andar a pé e toma ansiolítico para não tremer igual um pinscher. É feliz escrevendo.
Coluna: reflexões de enrico pierro.
Em sua coluna de reflexões, enrico pierro convida os leitores a uma jornada pelos sentimentos, questionamentos e observações que permeiam o dia a dia. Com uma escrita envolvente e sensível, enrico traduz o ordinário em poesia e filosofia, oferecendo uma nova perspectiva sobre temas como relações humanas, desafios da vida moderna, e os mistérios do nosso interior. Cada coluna é uma oportunidade de refletir, inspirar e, acima de tudo, enxergar a beleza escondida nas pequenas coisas. Aos 38 anos, escritor e comunicador, enrico já publicou o livro As Marés do Meu Ser e colabora em outros veículos de comunicação, sempre com um olhar atento e profundo sobre assuntos que muitas vezes não são tratados em espaços mais formais.
redes sociais:
@enricopierroofc (Instagram, TikTok, X e Threads) e em seu blog: https://enricopierro.com.br/
dúvida.
por que duvidamos tanto de nós mesmos?
por que duvidamos tanto? preste atenção. dizem que tomé só acreditava
vendo, bom, estamos em uma sociedade que eu acho, honestamente, que não
andamos mais acreditando nem quando tocamos, quiçá só vendo. imagina então o
que não vemos?
hoje nós duvidamos das boas intenções das pessoas. se alguém se aproxima
de maneira muito educada, ou solícita, ou com boa vontade, qual a impressão que nos
passa? é falsidade, é interesse, etc. entende? está ali. a dúvida. e não é só dos outros
não. duvidamos de tudo mesmo, mas principalmente, de nós mesmos.
claro, você lendo isso vai dizer: mas é claro que eu acredito em mim, eu não
duvido das minhas ações. provavelmente não mesmo, mas e da tua capacidade? da
tua força? da semente divina que existe dentro de você? é disso que eu estou falando!
nós nunca acreditamos de verdade, estamos sempre duvidando até daquilo que nós
mesmos conquistamos. porque a primeira coisa que dizemos é: nossa, eu não
acredito!
quantas vezes você conquistou algo e disse: eu mereci! eu fiz por merecer. eu
lutei por isso. quantas? eu estou aqui buscando naquelas gavetas escondidas da
memória e eu realmente nem me lembro de já ter usado essa expressão na vida. e aí
ficamos aqui, eu e você, depois nos momentos difíceis se lamentando, pensando por
que merecemos isso e tudo o mais? você quer mesmo que eu responda ou será que
já ficou claro?
se nós não passarmos a acreditar na nossa força, na nossa capacidade de
superar os obstáculos e de enfrentar todo e qualquer desafio que a vida coloca na
nossa frente, quem vai? se você não acreditar, você já perdeu. essa é a verdade.
agora para um pouco de lamentar a vida que passa e começa a agradecer tudo
o que ficou. acredite em você e jamais, nunca, em hipótese alguma, duvide que você
merece muito mais do que pode imaginar. porque a partir do momento em que somos
uma centelha divina e parte do universo, então todo esse universo também é nosso.
enrico pierro.